Avaliação de História de Rondônia.
quarta-feira, 23 de abril de 2014
quarta-feira, 9 de abril de 2014
Trabalho avaliativo de Arte: A CRIAÇÃO DO MUNDO NAS MITOLOGIAS: MAIA. JAPONESA, INDIANA e GREGA.
MAIA
Mitologia Maia: deuses e a criação
JAPONESA
Cultura japonesa
A criação do mundo Segundo a Mitologia Japonesa
INDIANA OU HINDU
Mitos de Criação
Mitologia Indiana: alguns mitos
Mitologia Hindu
A Criação do mundo em Diversas culturas
Brahma - Mitologia Hindu
GREGA
A Criação do mundo em Diversas culturas
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
terça-feira, 8 de outubro de 2013
Links dos sites para realização da pesquisa: MUSEU IMPERIAL / VISITA Á MUSEUS VIRTUAIS - HISTORIA 8º ANO.
AMO VOCÊS: FERNANDA, EMANUELA E MARCOS
Links dos sites
para realização da pesquisa: MUSEU
IMPERIAL
TOUR VIRTUAL
AMBIENTES EM 360°
MUSEU DE HISTÓRIA
NACIONAL / GALERIA VIRTUAL
A Sedução do Oriente
O conjunto arquitetônico
do Museu Histórico Nacional
PINTURAS
HISTÓRICAS
NUMISMÁTICA
A coleção de
numismática do Museu Histórico Nacional, que inclui moedas, cédulas, vales,
ações, selos postais, apólices, cartões telefônicos e outros objetos
pecuniários, além de condecorações, é a maior da América Latina e uma das mais
importantes do mundo. Conheça um pouco mais dessa coleção.
ARMAS
QUE NÃO FAZEM GUERRA
Ligada às origens
da própria Instituição, a coleção de armaria é uma das mais completas do Museu
Histórico Nacional, oferecendo um panorama da evolução do armamento nos séculos
XVIII e XIX. Incorporados ao acervo do Museu, esses objetos relacionados à
caça, ao esporte, aos conflitos militares e à proteção pessoal são documentos
importantes, que auxiliam na compreensão das origens, dos materiais, do
desenvolvimento tecnológico e do papel das armas na vida em sociedade.
MOBILIÁRIO
É extenso o acervo
de mobiliário do Museu Histórico Nacional. Destacam-se grandes categorias, a
saber: peças de uso doméstico, de uso público, onde aparecem objetos que
simbolizam o poder, e os de uso religioso.
BRINQUEDOS
Apesar de um jogo
de xadrez e um brinquedo de corda que pertenceram a D. Pedro I esta entre as
primeiras peças do acervo do Museu Histórico Nacional, o início efetivo de uma
coleção de brinquedos no museu data de 1986, com a incorporação de 135
soldadinhos de chumbo.
ESCULTURAS
A escultura
constitui importante parcela do acervo do MHN. Essa coleção pode ser dividida
em dois grandes grupos: a escultura profana e a religiosa. O primeiro grupo
engloba todos os itens não usados para fins devocionais, e nele, dado o caráter
do Museu, são abundantes os personagens históricos e as alegorias. Entretanto,
também podem ser encontrados alguns exemplares voltados para temas mitológicos,
estatuetas decorativas e tipos urbanos brasileiros.
POR
FALAR EM MODA...
Todos os exemplares - nacionais e internacionais
- apresentados procuram mostrar como a aparência é uma construção que envolve
conceitos e práticas culturais corporificadas através de estruturas, materiais
e cores, construindo o corpo através das formas da moda.
O traje é o reflexo da sociedade e neste
sentido, preservar a história da moda é um importante papel do Museu enquanto
casa de memória
PINTURAS SOBRE
A FAMÍLIA REAL
Conheça um pouco
mais sobre a família real, desde a sua chegada ao Brasil em 1808, a partir de
iconografia existente no acervo do Museu Histórico Nacional.
COMUNICAÇÃO
Equipamentos usados
para transmitir informações escritas, sonoras ou visuais aos seres humanos
também integram o acervo do Museu Histórico Nacional, que já possui, inclusive,
os modernos telefones celulares. Conheça alguns desses objetos. Fotos de Rômulo
Fialdini, extraídos da obra "Museu Histórico Nacional", editado pelo
Banco Safra, e de Denize Pereira.
CATÁLOGO
DA EXPOSIÇÃO: "O TEMPO NÃO PARA"
O Museu Histórico Nacional
comemorou os 500 anos do Brasil e a passagem do milênio apresentando a
exposição "O tempo não para". Foram selecionados relógios de
diferentes épocas e estilos: os de sol e os de corda, os de corda com
ponteiros, os eletrônicos e a vanguarda na criação do designer gráfico Hans
Donner, autor dos relógios que marcaram, em diferentes pontos do Brasil, a
contagem regressiva para o dia 22 de abril, celebrando os 500 anos da chegada
da esquadra de Pedro Álvares Cabral na costa brasileira.
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
REVOLTAS NATIVISTAS E EMANCIPACIONISTAS CONTEÚDO DE SALA DE AULA
- Características do Sistema Colonial:
- 1-Plantation
- L ATIFUNDIO
- E SCRAVIDÃO
- M ONOCULTURA
- E XPORTAÇÃO.
-Pacto colonial (a colônia existia para servir à metrópole, fornecendo-lhe produtos tropicais, metais preciosos e matéria prima em geral, ela não podia comercializar com outros países, só podia comprar manufaturados na metrópole e não podia fabricar nada que concorresse com a metrópole).Monopólios comerciais (eram privilégios dados pelo rei a alguns apadrinhados... alguns monopólios eram do próprio rei). - a grande propriedade, a monocultura e o trabalho escravo foram os pilares para a consolidação da colonização por muito tempo.
- Economia integrada à autossuficiência da metrópole:
- Complementar mercantilista (subordinada a balança comercial favorável a metrópole).
- Economia de exportação dependente da metrópole.
- Criação do conselho ultramarino: função centralizar a administração colonial, restringir o poder local (Câmaras municipais).
- Controle fiscal excessivo português na colônia.
- Fim a principio da boa relação colônia metrópole.
- CONFLITOS DO BRASIL COLÔNIA
- As rebeliões coloniais conheceram duas fases:
movimentos nativistas;
movimentos de libertação nacional. - Movimentos Econômico-Nativistas
Caracterização
Nativismo é o sentimento de apego (amor) a terra EM QUE NASCEU. - Os movimentos nativistas
- Fatores: descontentamento dos colonos frente a problemas econômicos locais.
- Liberados pela aristocracia rural brasileira (proprietários de terras e escravos), classe dominante da Colônia, via seus lucros reduzidos pela intermediação dos comerciantes portugueses.
- O sentimento nativista, no Nordeste desenvolveu-se em função das lutas contra os holandeses, para combater a política de "arrocho" após a saída de Nassau do Brasil; no Sudeste foi devido as lutas pela posse de minas. As principais manifestações foram:
- Aclamação de Amador Bueno (1641); “tentativa dos castelhanos em, fazendo valer o prestígio adquirido, subordinarem São Paulo à coroa da Espanha”.
- Revolta do Rio de Janeiro: 1660/1661 insatisfeitos com a política de fiscallização da metrópole.
- Revolta de Nosso pai em Pernambuco 1664/1665, corrupção, traição e rivalidade entre Olinda e Recife.
- Revolta de Beckman (1684); conflitos de interesses locais,
- a luta entre os colonos e jesuítas devido a escravização dos índios;
a mudança da sede do governo do Estado do Maranhão, de São Luís para Belém;
os abusos cometidos pela Cia de Comércio do Estado do Maranhão que exercia o monopólio de todo o comércio de compra e venda da produção maranhense;
a concorrência na exploração das "Drogas do Sertão". - Organizaram uma "Junta dos Três Estados" (representantes do clero, nobreza e
povo) que tomou as seguintes medidas: - -expulsão dos jesuítas;
- abolição do monopólio comercial (a Cia de Comércio foi extinta);
- envio de um emissário a Portugal para justificar o movimento e fazer reclamações. - Fim da Companhia de comercio do Maranhão.
- Guerra dos Emboabas (1707-1709); Disputa pela posse das minas entre paulistas e emboabas Portugueses principalmente (forasteiros) detentores de monopólios comerciais na região.
- Guerra dos Mascates (1710/1712); conflito entre os senhores de engenho de Olinda e comerciantes portugueses de Recife (vila). Fim do Conflito Recife vira cidade e capital da capitania de Pernambuco
- Revolta de Vila Rica ou Felipe dos Santos (1720); descontentamento com a política de fiscalização e fiscal da metrópole. Objetivos: fim do monopólio português, redução de impostos e extinção das casas de fundição onde era cobrado o quinto.
- Economia Mineradora: A época da mineração no período colonial abrangeu basicamente o século XVIII, com o seu apogeu entre 1750 e 1770.
- Minas gerais centro da mineração no Brasil colônia.
- Impostos: quinto, capitação, finta. Derrama (atraso da finta).
- Ouro brasileiro para saldar divida da coroa portuguesa.
- Exploração de diamantes, exploração aberta, sistema de contratação. Real extração. Administração especial (Diamantina).
- Sociedade mineradora: urbana de base escravista, com mobilidade, poder aquisitivo, elite intelectual.
- Consequências: interiorização do povoamento, novo eixo econômico e político e cultural.
- O afluxo de ouro brasileiro para a Inglaterra contribui para o processo da Revolução Industrial, daí o ditado de que "a mineração serviu para fazer buracos no Brasil, construir igrejas em Portugal e enriquecer a Inglaterra".
REVOLTAS EMANCIPACIONISTAS: Objetivo: separação de Portugal (independência).- Nacionalistas.
- Influenciadas pelo iluminismo, independência dos EUA
- a Inconfidência Mineira (1789), Causas: esgotamento do ouro, crise econômica, exploração abusiva de POR (impostos, derrama, proibição de produção de manufaturados na colônia – Alvará de D. Maria I).
- Penetração de ideais iluministas
- Líderes: elite mineira (Cláudio Manuel da Costa, Tomás Antônio Gonzaga, Alvarenga Peixoto, Joaquim José da Silva Xavier – o “Tiradentes”).
- Objetivos: proclamação da República, fim do pacto colonial, estímulo ao desenvolvimento de manufaturas, criação de uma Universidade, bandeira com a inscrição “Libertas quae sera tamen” (Liberdade ainda que tardia).
- Líderes presos e degredados para a África.
- Tiradentes é enforcado e esquartejado (exemplo).
- a Conjuração Baiana (1798) Causas: extrema pobreza e desigualdades sociais.
- Objetivos: independência, República, liberdade de comércio, igualdade em todos os níveis, abolição da escravidão.
- Influência da Revolução Francesa (Liberdade – Igualdade – Fraternidade
- Líderes: João de Deus Nascimento, Manuel Faustino dos Santos (alfaiates e mulatos), Luís Gonzaga das Virgens, Lucas Dantas Amorim Torres (soldados e mulatos), entre outros. Todos pobres.
- Ampla participação popular.
- Repressão intensa de POR.
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